OI,

A PARADINHA BÁSICA VIROU PARADA LONGA.

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Paradinha básica…

Olá.

Estou dando uma paradinha básica para rever o meu projeto de TCC.

Enquanto isso todo mundo pode dar uma navegada pelo blog.

Através das TAGs, ou das postagens disponíveis, tudo ai do lado direito.

Obrigado pela visita.

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Seminário A ERA DO PANÓPTICO – Palestra Ricardo Liper

No Sábado pela manhã, 15 de Outubro de 2011, na Universidade do Estado da Bahia, UNEB, o professor da UFBA, Ricardo Liper, apresentou a palestra com o tema: Por que 1984 não se realizou plenamente ?
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Aqui terminam as digitalizações das apresentações do Seminário.

Até mais.

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Seminário A ERA DO PANÓPTICO – Palestra André Lemos

Na tarde de Sexta-Feira, 14 de Outubro de 2011, na Universidade do Estado da Bahia, UNEB, o professor da UFBA, André Lemos, apresentou a palestra com o tema: Mídia Locativa e Vigilância. Sujeito Inseguro, Bolhas Digitais, Paredes Virtuais e Territórios Informacionais.
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Esta foi a primeira palestra da Sexta-Feira.
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Depois de amanhã coloco a digitalização da última das palestras ocorrida em 15 de Outubro, com o professor de Filosofia Ricardo Liper.
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Um abraço.

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Seminário A ERA DO PANÓPTICO – Palestra Ana Godoy

Na tarde de Sexta-Feira, 14 de Outubro, Ana Godoy falou sobre Alquimias do Conhecimento na Sociedade de Controle, abordando a questão particular do Meio Ambiente.
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Esta foi a terceira palestra dessa Sexta.
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Nos próximos dias vamos colocando aqui as digitalizações das outras palestras ocorridas entre 14 e 15 de Outubro.
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Um abraço.

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Seminário A ERA DO PANÓPTICO – Palestra Nildo Avelino

Na tarde de Sexta-Feira, 14 de Outubro, Nildo Avelino falou sobre Alquimias do Conhecimento na Sociedade de Controle, particularizando a situação da Educação.
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Esta foi a segunda palestra dessa Sexta.
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Assistam, e compartilhem o que os presentes no seminário aprenderam com o professor da Universidade Federal da Paraíba.
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Nos próximos dias vamos colocando aqui as digitalizações das outras palestras ocorridas entre 14 e 15 de Outubro.
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Um abraço.

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Programação do Seminário A ERA DO PANÓPTICO


Dia 14 de Outubro (Sexta-Feira).

14:00 horas – Abertura – Eduardo Nunes (PPGEduC).
14:30 horas – André Lemos – Mídia Locativa e Vigilância. Sujeito Inseguro, Bolhas Digitais, Paredes Virtuais e Territórios Informacionais.
15:30 horas – Ana Godoy e Nildo Avelino – Educação, Meio Ambiente e Cultura: Alquimias do Conhecimento na Sociedade de Controle.
16:30 horas – Debate.
17:00 horas – Lançamento da 2ª Edição do Livro “Do governo dos vivos” de Michel Foucault, Organizado por Nildo Avelino.

Dia 15 de Outubro (Sábado).

09:00 horas – Abertura.
09:30 horas – Carlos Baqueiro – O Blog A Era do Panóptico: Pesquisa e Resistência à Sociedade de Controle.
10:30 horas – Ricardo Liper – A Sociedade Orwelliana em 1984.
11:30 horas – Debate.
12:00 horas – Encerramento do Seminário.

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Seminário A Era do Panóptico

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Roteiro de Documentário I

Transcrição da Página 16 do Livro Roteiro de Documentário:
Da Produção à Pós-Produção.

Se, no filme de ficção, o controle do universo de representação está, desde a saída, todo à mão dos responsáveis pela concepção do filme, seja ele uma adaptação ou não, em documentário esse controle é uma aquisição gradual. Parte-se necessariamente de uma busca por aquilo que é externo ao cineasta. Essa busca envolve, necessariamente, uma negociação prévia, para a viabilização do registro, que marca o inicio de um processo de troca entre um “eu” e um “outro”. O registro dessa troca obedecerá sempre ao comando do diretor do filme, responsável pela maioria das decisões de filmagem. De posse de todo o material captado, será apenas na sala de montagem que o diretor, assessorado por seu montador, terá total controle do universo de representação do filme. O percurso é marcado pela perspectiva daquilo que está por vir, a captura de um real que gradualmente vai sendo moldado até se transformar em filme. Estamos falando da construção de um discurso sedimentado em ocorrências do real.

A atividade de roteirização em documentário é a marca desse esforço de aquisição de controle de um universo externo, da remodelação de um real nem sempre prenhe de sentido. Roteirizar significa recortar, selecionar e estruturar eventos dentro de uma ordem que necessariamente encontrará seu começo e seu fim. O processo de seleção se inicia já na escolha do tema, desse pedaço de mundo a ser investigado e trabalhado na forma de um filme documentário. Continua com a definição dos personagens e das vozes que darão corpo a essa investigação. Inclui ainda a escolha de locações e cenários, a definição de cenas, sequências, até chegar a uma prévia elaboração dos planos de filmagem, dos enquadramentos, do trabalho de câmera e som, entre outros detalhes técnicos que podem contribuir para a qualidade do filme. Ao término desse percurso, o cineasta terá adquirido noção mais precisa das potencialidades de seu projeto.

A principal dúvida nasce do fato de que nem todos os roteiros de documentário se assemelham a um típico roteiro de filme de ficção, marcado pelo encadeamento de diversas cenas dramáticas, com suas respectivas descrições e seus diálogos detalhados. Ou ainda do fato de que nem todos os roteiros de documentários nasçam na etapa de pré-produção do filme. É comum, em documentário, a análise do projeto considerai apenas urna proposta de filme ou um argumento como peça de apresentação. Dentro das etapas de roteirização, a escrita de um argumento seria mornento anterior à escrita do roteiro, unia apresentação menos detalhada do filme no papel.

Já estou pensando em fazer um roteiro tripartido: Introdução ao assunto, Entrevistas, Minhas Conclusões. Mas é apenas uma visualização inicial, nada inflexível.
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Vou tentar até a Quarta-Feira criar um argumento para o vídeo. Que depois venha a ajudar na construção do roteiro.
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Até lá.
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Roteiro de Documentário

Estou em fase de leitura do livro Roteiro de Documentário: Da Pré-Produção à Pós-Produção, de Sergio Puccini, Papirus Editora, publicado no ano de 2009.

Como neste fim de semana devo ter aula da disciplina Radiojornalismo, provavelmente escrevo algo na próxima Quarta-Feira.

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